sexta-feira, 30 de setembro de 2016

MIBE'16


O nosso cartaz!



Autor do cartaz: Carlos Santelmo


MIBE'16 | Concurso de ideias


 "Aprende a descodificar o teu mundo"





O concurso de ideias “Aprende a descodificar o teu mundo” é a iniciativa que a RBE lança este ano para assinalar o MIBE. 

A biblioteca escolar faz parte do nosso mundo e se olharmos para ela com atenção, se percebermos o seu funcionamento, se a descodificarmos, seremos capazes de ter ideias que ajudem a torná-la (ainda) melhor.

O desafio consiste em apresentar uma ideia inovadora, que se consubstancie na criação de um produto ou ideia de melhoria de um serviço, relacionado com uma das áreas de trabalho da biblioteca escolar.

Até 31 de outubro, os alunos são desafiados a pôr a sua criatividade em ação e a apresentar uma ideia. Cada agrupamento/ escola não agrupada pode candidatar-se a este concurso, com a proposta que considerar melhor, de acordo com o regulamento anexo. A ideia vencedora, bem como os seus autores, serão premiados.


Consultar Regulamento.


terça-feira, 27 de setembro de 2016

Mês Internacional das Bibliotecas Escolares | MIBE'16





Aprende a descodificar o teu mundo


O tema definido pela International Association of School Librarianship (IASL) para o Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE) é Aprende a descodificar o teu mundo.

Para 2016, o Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares estabelece 24 de outubro como Dia da Biblioteca Escolar em Portugal.


A Construção do Império Português (1415-1515)


Exposição bibliográfica






No Mês Internacional das Bibliotecas Escolares, a Biblioteca Camilo Castelo Branco irá promover a realização de duas exposições.

A primeira - "A Construção do Império |1415-1515" - será inaugurada já no próximo dia 3 de outubro e estará patente na Biblioteca (espaço de exposições e espaço polivalente) até ao dia 14 de outubro. A exposição é constituída por uma mostra bibliográfica do fundo geral da biblioteca e por alguns exemplares do fundo museológico. 

Toda a comunidade escolar está convidada a passar pela biblioteca, em particular os professores e alunos cujos curricula preveem a abordagem deste período histórico.

O convite é aberto a toda a Comunidade.


Blimunda 52




setembro 2016




"No campo de refugiados de Jenin, na Palestina, faz-se teatro. Uma realidade que a Blimunda descobriu ao conversar com os diretores do Freedom Theatre, companhia que esteve em digressão por Portugal neste mês de setembro e que aposta que o teatro pode ser uma alternativa para os jovens de uma zona tão castigada pela violência. A reportagem é assinada por Ricardo Viel.

Manifestação política e cultural, a Festa do Avante! viveu este ano a sua 40ª edição. A Blimunda esteve lá e traz nas suas páginas uma crónica assinada por Sara Figueiredo Costa sobre a festa organizada pelo Partido Comunista Português.

A escritora e professora argentina María Teresa Andruetto marcou presença na XIV edição das Palavras Andarilhas. O programa incluía uma entrevista ao vivo à escritora vencedora do Prémio Andersen em 2012, um dos mais importantes para autores para a infância e juventude. Essa conversa, conduzida por Andreia Brites e Sérgio Machado Letria, ocupa agora o seu espaço nesta edição da Blimunda.

Na secção Saramaguiana recuperamos uma das primeiras críticas ao romance O Ano da Morte de Ricardo Reis, livro de José Saramago que este mês de setembro regressa às livrarias portuguesas na nova edição da Porto Editora. Escrito por Leonor Xavier e publicado em novembro de 1984, poucas semanas depois da chegada do romance às livrarias, o texto destaca o caráter inovador do romance ao propor um “jogo entre o real imaginário e o imaginário real”, tendo o leitor como parceiro.

A escritora Andréa Zamorano regressa ao seu espaço mensal com uma crónica que aborda a as vantagens e as dificuldades de viver meio cá, em Portugal, meio lá, no Brasil.

Como habitualmente, com muito para ler, as secções habituais da revista.

Boas leituras!"




segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Cantiga "Partindo-se" | Diálogos



Senhora, partem tan tristes

Senhora, partem tan tristes
meus olhos por vós, meu bem,
que nunca tam tristes vistes
outros nenhuns por ninguém.

Tam tristes, tam saudosos,
tam doentes da partida,
tam cansados, tam chorosos,
da morte mais desejosos

cem mil vezes que da vida.
Partem tam tristes os tristes,
tam fora d’esperar bem,
que nunca tam tristes vistes
outros nenhuns por ninguém.

João Roiz Castelo-Branco, Cancioneiro de Resende, III, 134.

Florilégio do Cancioneiro de Resende, Textos Literários, 2ª edição, 1944. Seleção, prefácio e notas de Rodrigues Lapa.Cantiga. A cantiga "Partindo-se" tem o nº 16, págs. 15-16.



Imagem: Pintura de Edmund Blair Leighton (1852 – 1922)



Amália canta João Roiz Castelo-Branco:






sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Chanson d' automne, de Paul Verlaine







CHANSON D'AUTOMNE
Paul Verlaine

Les sanglots longs
Des violons
De l'automne
Blessent mon coeur
D'une langueur
Monotone.

Tout suffocant
Et blême, quand
Sonne l'heure,
Je me souviens
Des jours anciens
Et je pleure.

Et je m'en vais
Au vent mauvais
Qui m'emporte
Deçà, delà,
Pareil à la
Feuille morte.

Interpretação: Charles Trenet